O líder da distrital de Beja do CDS-PP, Luís D’Argent, não tem grandes dúvidas quanto aos principais desafios que vão marcar o futuro do setor agrícola no Baixo Alentejo.
Para o dirigente centrista, a mecanização da agricultura é uma inevitabilidade, num setor que enfrenta atualmente dificuldades na disponibilidade de mão de obra.
Luís D’Argent considera, no entanto, que até que esse processo esteja consolidado, serão os trabalhadores imigrantes a assegurar uma parte significativa da atividade agrícola na região.
O líder do CDS-PP de Beja defende que o setor atravessa um período de desregulação e atribui responsabilidades às opções políticas tomadas durante os anos da chamada “geringonça”, expressão utilizada para designar a solução governativa que juntou PS, BE, PCP e PEV entre 2015 e 2019.
As declarações surgem num momento em que a disponibilidade de trabalhadores para a agricultura continua a ser uma das questões centrais para o futuro do setor no Baixo Alentejo.
Para Luís D’Argent, a resposta passará por uma transformação progressiva do modelo agrícola, com a mecanização a assumir um papel cada vez mais importante, sem deixar de depender, no imediato, da mão de obra imigrante.





















