A 5.ª edição do Festival Castro Mineiro terminou este domingo, no Parque da Liberdade, em Castro Verde, depois de três dias dedicados à valorização da cultura, da identidade e do património mineiro do concelho e da região.
O evento, que começou na sexta-feira, apresentou um programa diversificado, procurando aproximar a população e os visitantes da história e das tradições associadas à atividade mineira e à sub-região do Campo Branco.
Entre as várias iniciativas promovidas ao longo do fim de semana estiveram visitas às minas, cantares alentejanos, tasquinhas, provas de vinhos e outras atividades culturais e gastronómicas.
A programação permitiu também dar a conhecer diferentes aspetos da identidade local, cruzando o património mineiro com manifestações culturais e produtos característicos do território.
Valorizar a história mineira
A Câmara Municipal de Castro Verde destaca a importância da atividade mineira na história e no desenvolvimento económico e social do concelho, considerando que “o festival contribui para manter viva essa memória e reforçar a sua valorização junto das novas gerações e de quem visita o território”.
Para o vereador e vice-presidente da autarquia, David Marques, a iniciativa “representa uma aposta bem-sucedida na promoção da identidade local”.
O autarca considera que o Festival Castro Mineiro é “uma aposta ganha na valorização da cultura local associada ao mundo mineiro”, reforçando a importância de continuar a promover iniciativas que valorizem o património e as tradições do concelho.
Ao longo dos três dias, o Parque da Liberdade tornou-se assim num espaço de encontro entre a cultura, a gastronomia e a memória mineira, numa iniciativa que procurou afirmar Castro Verde e o Campo Branco enquanto territórios com uma identidade própria e uma forte ligação à atividade mineira.




















