O Município de Castro Verde dá hoje, 24 de abril, início à primeira edição do “Festival Liberdade”, uma nova iniciativa cultural que pretende assinalar e celebrar os valores da Liberdade, da Democracia e da Tolerância, evocando o espírito da Revolução dos Cravos.
A decorrer até ao próximo dia 26 de abril, o evento instala-se no Parque da Liberdade, transformando aquele espaço num verdadeiro ponto de encontro intergeracional. A programação inclui música, exposições, iniciativas culturais e momentos de reflexão, promovendo a participação ativa da comunidade.
De acordo com o vereador da Câmara Municipal de Castro Verde, David Marques, “o festival pretende afirmar-se como um espaço inclusivo e aberto a todas as gerações, com especial enfoque nos mais jovens”. O objetivo passa por “incentivar o seu envolvimento na construção de uma sociedade mais ativa, participativa e consciente”.
Ao mesmo tempo, a iniciativa procura “valorizar a memória coletiva e reforçar a importância dos ideais de Abril, num ambiente de partilha, cultura e cidadania”.
O destaque desta primeira noite vai para o concerto evocativo da Revolução, agendado para as 21h30, com a atuação da Banda Filarmónica 1.º de Janeiro, acompanhada pela cantora Filipa Sousa. À meia-noite, o céu ilumina-se com fogo de artifício, seguido, às 00h30, pelo espetáculo “Show das Poderosas (by Megahits)”.
Ao longo dos três dias, o festival inclui também várias exposições, como “50 Passos para a Liberdade: Portugal, da Ditadura ao 25 de Abril”, patente no Fórum Municipal, e iniciativas no Parque da Liberdade, como “#NÃOPODIAS” e “A Liberdade está nas nossas mãos”, com trabalhos desenvolvidos por alunos do 1.º ciclo do Agrupamento de Escolas local.
Nos dias seguintes, o programa musical continua com atuações dos Bandidos do Cante, no dia 25, e de Inês Gonçalves e da banda Putos do Rock, que encerram o festival a 26 de abril.
Com um olhar voltado para o futuro, o “Festival Liberdade” aposta fortemente na participação dos mais jovens, promovendo o seu envolvimento ativo na sociedade, sem esquecer a importância da memória coletiva.
























