Um relatório sobre “implicações para a coesão territorial, políticas públicas e governação das migrações”, a estrutura que integra a Agência para a Integração, Migrações e Asilo, alerta para o facto de que “a ocupação do Interior do país está a mudar,” e exige “novas respostas do Estado, autarquias e serviços públicos”.
O Observatório das Migrações defende um “reforço do investimento público” e da “capacidade institucional nos concelhos com maior presença de população estrangeira, entre os quais se encontram diversos municípios alentejanos”.
Para o presidente da SOLIM – Solidariedade Imigrante – Alberto Matos, “há muito tempo que estes investimentos deveriam ter sido feitos”.














