A Federação Nacional dos Médicos sobrescreve a carta aberta enviada ao Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, e à Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, assinada por dezenas de profissionais das Equipas Comunitárias de Suporte em Cuidados Paliativos, de todo o país.
A FNAM diz que a situação é grave: estas equipas, que garantem cuidados no domicílio a doentes em fase avançada de doença, continuam sem reconhecimento como unidades funcionais dos Cuidados de Saúde Primários, apesar de mais de uma década de provas dadas e de sucessivas recomendações parlamentares, concluindo que “esta omissão arrasta condições de trabalho indignas, e desigualdades face a outras unidades do SNS”.
“É inaceitável que, em pleno século XXI, Portugal continue sem a cobertura necessária em Cuidados Paliativos, com equipas sobrecarregadas e sem condições para responder à população” conclui em tom critico a Federação Nacional dos Médicos.

















