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Andreia Guerreiro assume direção do Centro de Emprego e Formação Profissional de Beja

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Tal como a Rádio Castrense noticiou ontem, Andreia Guerreiro é a nova diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Beja, iniciando funções já no próximo dia 1 de agosto.

Licenciada em Turismo, Andreia Guerreiro desempenha atualmente funções como técnica superior na Câmara Municipal de Almodôvar, concelho onde reside há mais de 30 anos e onde tem mantido uma forte ligação à comunidade local.

No plano autárquico, exerce o cargo de Presidente da Assembleia Municipal de Almodôvar, sendo igualmente Presidente do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas do concelho, funções que refletem o seu envolvimento ativo na vida pública e institucional da região.

Entre setembro de 2024 e fevereiro de 2026, liderou ainda a Distrital de Beja do Partido Social Democrata (PSD), reforçando o seu percurso político no distrito.

Em junho passado, Andreia Guerreiro foi eleita conselheira nacional do PSD, integrando o Conselho Nacional social-democrata,

Com esta nomeação, Andreia Guerreiro passa a liderar uma estrutura estratégica no apoio ao emprego e à qualificação profissional no distrito de Beja, assumindo um papel relevante na dinamização do mercado de trabalho local.

Nos outros distritos alentejanos, no distrito de Évora, José Miguel Fernandes vai assumir a direção do Centro de Emprego e Formação Profissional, substituindo Paula Caeiro. Recorde-se que José Miguel Fernandes foi candidato da coligação PSD/CDS-PP/MPT/PPM à presidência da União de Freguesias do Bacelo e Senhora da Saúde.

Em Portalegre, Jorge Bandeira assume funções no Centro de Emprego e Formação Profissional, sucedendo a Maria da Conceição Silva. O novo diretor é membro da concelhia do PSD de Portalegre e já desempenhou funções como diretor-adjunto naquela estrutura.

No Alentejo Litoral, Luís Raposo será o novo diretor do respetivo centro de emprego, substituindo Graça Nunes. O novo dirigente integra a Assembleia Municipal de Santiago do Cacém.

Brinches: Jovem detido por tráfico de estupefacientes no concelho de Serpa

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Um jovem de 19 anos foi detido por tráfico de estupefacientes, no passado dia 28 de julho, na localidade de Brinches, no concelho de Serpa.

A ação foi levada a cabo pelo Comando Territorial de Beja da GNR, através do Posto Territorial de Serpa, no âmbito de uma operação de policiamento preventivo. Durante a fiscalização de uma viatura, os militares da Guarda detetaram comportamentos suspeitos, o que motivou a realização de uma revista pessoal ao ocupante e de uma busca ao veículo.

No decorrer das diligências, foram apreendidas 148 doses de pólen de haxixe, uma viatura, uma balança de precisão e ainda uma faca.

O suspeito foi constituído arguido e ficou sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência. Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Serpa.

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana reforça a importância da colaboração da população no combate ao tráfico de estupefacientes, apelando à denúncia de situações suspeitas. A GNR garante que continuará a desenvolver ações de prevenção, fiscalização e investigação criminal, com o objetivo de reforçar a segurança e tranquilidade das populações.

Criança de 11 anos esquecida por motorista de autocarro em área de serviço na A2 em Almodôvar

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Uma menina de 11 anos foi deixada para trás numa área de serviço da A2, em Almodôvar, depois de uma paragem não prevista de um autocarro da FlixBus. A situação ocorreu na passada segunda-feira e está a gerar indignação por parte da família.

A jovem viajava sozinha entre Lisboa e Faro, num percurso que habitualmente realiza para se deslocar entre os pais, que vivem separados. Durante a viagem, o autocarro fez uma paragem extraordinária devido a uma avaria na casa de banho. A criança saiu para utilizar as instalações da área de serviço, mas quando regressou, o veículo já tinha retomado a marcha.

Sozinha e em pânico, a menina acabou por ser auxiliada por funcionárias do local, que a acalmaram e prestaram apoio até à chegada do pai, que se deslocou imediatamente para o local após ser contactado.

Enquanto isso, em Faro, a mãe aguardava a chegada do autocarro e confrontou o motorista. Segundo o relato da família, o condutor terá respondido que “não é ama” e que situações semelhantes “não são inéditas”. Terá ainda recusado identificar-se.

As autoridades foram chamadas ao caso, com a PSP de Faro a acionar a GNR, que acabou por acompanhar a criança até à chegada do pai. Apesar do susto, a menor encontrava-se bem.

Os pais garantem que toda a documentação exigida para a viagem de menores estava devidamente preenchida e acusam o motorista de negligência. O caso já seguiu para a justiça.

Em comunicado, a FlixBus confirmou ter conhecimento da situação e informou que está a investigar o sucedido em conjunto com o operador responsável pela viagem. A empresa lamenta o ocorrido, assegurando que a segurança dos passageiros é prioritária e que serão tomadas medidas para evitar situações semelhantes no futuro.

Além da criança, também outra passageira terá ficado na área de serviço, com a bagagem a seguir viagem.

Fonte: Notícias ao Minuto

Foto meramente ilustrativa

Dia da Sobrecarga do Planeta assinala-se a 30 de julho e mantém tendência de consumo insustentável, alerta ZERO

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O Dia da Sobrecarga do Planeta assinala-se esta quinta-feira, 30 de julho, data em que a humanidade esgota os recursos biológicos que a Terra consegue regenerar num ano, mantendo-se a tendência de consumo insustentável, alertou a associação ambientalista ZERO.

Em comunicado, a ZERO explica que, a partir desta data, a humanidade passa a viver em défice ecológico, recorrendo a recursos naturais que apenas deveriam ser utilizados a partir de 1 de janeiro de 2027.

Apesar de o Dia da Sobrecarga ocorrer quase uma semana mais tarde do que em 2025, quando foi registado a 24 de julho, a associação esclarece que esta alteração resulta da revisão dos dados científicos utilizados no cálculo do indicador e não de uma diminuição da pressão exercida sobre o ambiente.

Segundo a organização, a principal revisão incidiu sobre a estimativa da capacidade dos oceanos para absorver carbono, o que levou ao adiamento da data em cerca de oito dias relativamente à estimativa anterior.

A ZERO sustenta que os acontecimentos registados nos últimos meses demonstram que a pressão sobre os sistemas naturais continua a aumentar, destacando os episódios de calor extremo, os incêndios florestais na América do Norte e na região mediterrânica, as secas prolongadas que afetaram a produção agrícola e as cheias provocadas por precipitação intensa.

De acordo com a associação, estes fenómenos, potenciados pelas alterações climáticas, têm vindo a provocar perdas humanas, económicas e ambientais crescentes, evidenciando que o défice ecológico tem impactos diretos na sociedade.

A organização considera que o atual modelo económico, assente no crescimento contínuo e no consumo intensivo de recursos naturais, continua a ultrapassar a capacidade de regeneração do planeta, comprometendo os direitos e as expectativas das gerações futuras.

Como exemplo de medidas capazes de adiar o Dia da Sobrecarga, a ZERO refere que a aplicação de uma taxa global de cerca de 90 euros por tonelada de carbono emitida poderia atrasar esta data em 63 dias.

A associação acrescenta que uma redução de 50% no consumo de carne, substituindo essas calorias por uma alimentação vegetariana, permitiria adiar o Dia da Sobrecarga em 17 dias, dez dos quais devido à redução das emissões de metano.

A ZERO defende, por isso, uma aceleração das políticas de redução da pegada ecológica e uma transição para uma economia do bem-estar, que assegure qualidade de vida dentro dos limites ecológicos do planeta.

Os dados históricos mostram que o Dia da Sobrecarga tem vindo a ocorrer cada vez mais cedo desde a década de 1970, passando de 3 de dezembro, em 1973, para 30 de julho em 2026, embora a associação refira que, na última década, se verifica uma desaceleração dessa tendência.

A organização sublinha, contudo, que a estabilidade observada nos últimos anos não traduz uma melhoria da situação ambiental, uma vez que resulta sobretudo da atualização dos dados utilizados no cálculo do indicador e não de uma redução efetiva da Pegada Ecológica global.

Viver junto ao mar é cada vez mais caro: Grândola lidera ranking nacional do luxo

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Viver junto ao mar em Portugal tornou-se um privilégio cada vez mais exclusivo, com os preços das habitações de luxo a atingirem valores recorde em vários municípios costeiros. De acordo com dados divulgados pelo idealista, Grândola, Castro Marim e Loulé destacam-se como os concelhos mais caros, onde o preço por metro quadrado já ultrapassa os 10 mil euros.

O ranking é liderado por Grândola, no distrito de Setúbal, onde o valor mediano das casas premium – com preços superiores a 1 milhão de euros – atingiu os 14.286 euros por metro quadrado no segundo trimestre de 2026. Este aumento está associado à forte procura por zonas exclusivas como Melides e Carvalhal, impulsionadas pela proximidade à Comporta e pela crescente procura internacional.

Na segunda posição surge Castro Marim, no Algarve, com um preço médio de 12.626 euros por metro quadrado, registando uma subida de 4% face ao ano anterior. Já Loulé ocupa o terceiro lugar, com 10.804 euros por metro quadrado, tendo apresentado uma valorização expressiva de 19% no mesmo período. Este concelho continua a beneficiar da notoriedade do chamado “Triângulo Dourado”, que inclui zonas como Quinta do Lago e Vale do Lobo.

O estudo revela ainda que os preços nestes três municípios superam os valores praticados em Lisboa, que ocupa a quarta posição com 8.484 euros por metro quadrado. Cascais fecha o top 5, com 7.971 euros por metro quadrado, sendo também um dos mercados com maior oferta de imóveis de luxo.

A lista dos dez municípios costeiros mais caros inclui ainda Oeiras, Sesimbra, Porto, Lourinhã e Ílhavo, embora com valores significativamente mais baixos. Ainda assim, a tendência geral aponta para uma forte pressão da procura, especialmente internacional, aliada a uma oferta limitada de imóveis premium junto ao mar.

A combinação entre localização privilegiada, qualidade construtiva e exclusividade continua a atrair investidores e compradores de elevado poder aquisitivo, tornando o acesso a este tipo de habitação cada vez mais restrito.

CNA exige rapidez no pagamento dos apoios e propõe novas medidas para apoiar agricultores

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A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) enviou ao Ministério da Agricultura um conjunto de propostas e posições sobre os apoios destinados ao setor agrícola, defendendo medidas mais eficazes para responder ao aumento dos custos de produção e aos prejuízos provocados pelas intempéries registadas no início de 2026.

A organização alerta que milhares de pequenas e médias explorações agrícolas enfrentam uma situação financeira “muito difícil”, agravada pelos danos causados pelo chamado “comboio de tempestades” e pelo aumento dos preços dos combustíveis, fertilizantes e outros fatores de produção. Segundo a CNA, os apoios prometidos pelo Governo continuam por chegar, seis meses após a tempestade Kristin, deixando os agricultores “abandonados e defraudados”.

Relativamente ao apoio às intempéries, a CNA considera que foi um erro o Governo não ter aumentado o limite da ajuda simplificada para 15 mil euros. A confederação exige o pagamento imediato de todos os apoios, bem como maior transparência por parte das CCDR, defendendo a divulgação pública do número de candidaturas apresentadas, analisadas e pagas.

No que respeita aos apoios do PEPAC, a organização pede maior rapidez na conclusão das análises, prazos definidos para os pagamentos e previsibilidade. Recorda ainda que muitos agricultores já reconstruíram as explorações com recursos próprios, continuando à espera das verbas prometidas.

A CNA critica igualmente a falta de informação sobre a aplicação dos 30 milhões de euros atribuídos pela Comissão Europeia a Portugal através da reserva agrícola da União Europeia, verba que o Governo poderá reforçar até 200%. Segundo a confederação, o Ministério da Agricultura ainda não apresentou qualquer proposta para a utilização destes fundos.

Quanto às ajudas nacionais para compensar o aumento dos custos de produção, a CNA considera insuficiente o apoio de 10 cêntimos por litro de gasóleo agrícola, sublinhando que os custos energéticos do setor aumentaram mais de 50 milhões de euros desde o início do conflito no Médio Oriente. Também critica os atrasos no apoio aos fertilizantes, referindo que os preços aumentaram mais de 40% em alguns casos e que os apoios portugueses são cerca de três vezes inferiores, por hectare, aos atribuídos em Espanha.

Sobre as medidas europeias previstas, a organização reconhece que poderão aliviar a situação, mas alerta que, com exceção da reserva agrícola, não representam verbas extraordinárias e que algumas só deverão chegar aos agricultores em 2027.

Entre as propostas apresentadas ao Governo, a CNA defende a criação de uma medida simplificada de apoio à liquidez através do FEADER, o reforço dos pagamentos diretos de 2027 para eliminar cortes nos apoios aos pequenos agricultores e no pagamento redistributivo, bem como a utilização da reserva agrícola para compensar os setores mais afetados pelas recentes crises.

A confederação considera que todas estas medidas devem integrar uma estratégia coordenada pelo Ministério da Agricultura e apela ao Governo para que passe “dos anúncios à concretização”, garantindo os apoios prometidos e evitando que os agricultores continuem a suportar sozinhos os efeitos das intempéries e da subida dos custos de produção.

AMCAL e ERSAR discutem futuro da gestão de resíduos no Alentejo Central

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A AMCAL – Associação de Municípios do Alentejo Central reuniu com a ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, no passado dia 6 de julho, para analisar questões estratégicas relacionadas com a gestão de resíduos na região.

O encontro incidiu sobre o futuro do setor nos concelhos abrangidos pela associação — Alvito, Cuba, Portel, Viana do Alentejo e Vidigueira — com destaque para a possibilidade de partilha de infraestruturas com outros Sistemas de Gestão de Resíduos Urbanos (SGRU). Esta solução está a ser ponderada como forma de cumprir as metas definidas no Plano de Ação para a aplicação do PERSU 2030, sobretudo no que diz respeito ao tratamento da chamada “fração resto”.

Durante a reunião foi também analisado o modelo de governação da AMCAL, bem como as suas perspetivas de evolução, com o objetivo de reforçar a eficiência e a eficácia das operações desenvolvidas em articulação com os municípios associados.

Outro dos temas em destaque foram os Contratos de Gestão Delegada, considerados essenciais para a organização e desenvolvimento da atividade da associação no domínio dos resíduos.

A reunião enquadra-se na estratégia de preparação da região para os desafios futuros na área ambiental, reforçando a articulação entre entidades e a procura de soluções mais sustentáveis.