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Sexta-feira, Janeiro 30, 2026
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Câmara de Ourique está a apoiar a população de risco do concelho

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O Município de Ourique, em conjunto com as Juntas de Freguesia do concelho, iniciou ontem um programa municipal de apoio à população de risco tendo em conta a pandemia Codiv-19.

A iniciativa destina-se apenas a residentes no concelho de Ourique com mais de 65 anos ou com doenças crónicas.

O objectivo “é que, quem está definido pelas autoridades de saúde como sendo de maior risco à infecção, possa continuar em casa, resguardado, reduzindo as deslocações”, explicou o presidente da Câmara.

Este programa visa, essencialmente, “levar a casa das pessoas os bens de primeira necessidade, como as compras do supermercado ou os medicamentos da farmácia”, refere Marcelo Guerreiro.

Os pedidos são efectuados através dos números de telefone da Câmara de Ourique e das Juntas de Freguesia às segundas e quintas entre as 9 e as 15 horas e as entregas serão feitas às terças e sextas-feiras nos domicílios.

“Tenhamos calma e fé” pede o Bispo de Beja, Dom João Marcos

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Em declarações à Radio Castrense, o Bispo de Beja diz que “a Humanidade está a atravessar uma fase profundamente preocupante” facto que, na sua óptica, “justifica que sejamos rigorosos no cumprimento das indicações que nos são dadas pelas autoridades ligadas à área da saúde”.

Dom João Marcos sublinha que estamos perante uma “etapa que nos deve fazer reflectir sobre o papel que desempenhamos na sociedade e obviamente devemos ter fé e acreditar que como tantas outras catástrofes vamos ser capazes, todos, de passar mais esta. Tenhamos fé, coragem e sejamos prudentes nos nossos comportamentos”.

Apoio a idosos no concelho de Mértola: “Não saia de casa, nós vamos até si!”

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A Câmara de Mértola, em parceria com várias entidades locais, lançou ontem um novo serviço de entrega em casa bens de primeira necessidade e medicação a pessoas idosas ou com incapacidades, em situação de isolamento e/ou sem rectaguarda familiar, no âmbito da actual situação causa pelo surto de Covid-19 em Portugal.

“Com este programa, será promovida a medida de permanência em casa, aconselhada pela Direcção Geral da Saúde à população de maior risco face ao novo coronavírus, evitando-se o contágio e propagação do mesmo”, revelou à Castrense o vereador da acção social do Município de Mértola, Mário Tomé.

Desta forma, as pessoas que se encontrem nesta situação devem entrar em contacto com a Câmara Municipal através dos números de telefone identificados para o efeito, sendo que o serviço estará disponível em dias úteis, das 9h00 às 16h00.

Rádio Castrense está a promover um suplemento Informativo sobre o COVID 19

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No âmbito da infecção pelo novo coronavírus, que pode evoluir para a COVID-19, estão a ser desenvolvidas medidas de saúde pública de acordo com a fase de resposta à propagação do Virus.

Nesta edição informativa, o Enfermeiro Chefe do Centro de Saúde de Castro Verde, João Alberto Fragoso, explica-nos quando devemos fazer quarentena ou isolamento. Ouça na antena da Rádio Castrense.

FAABA reúne hoje por video conferência com a Ministra da Agricultura

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Depois da reunião da passada segunda feira ter sido desmarcada devido à Pandemia do COVID 19, a Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo reúne hoje com a ministra da Agricultura por video conferência.

O presidente da FAABA, Rui Garrido, diz que o cenário do sector agrícola é “gravíssimo devido à seca” e que Maria do Céu Albuquerque “não pode ficar insensível a esta situação” pois muitos agricultores “já não sabem o que fazer à vida”.

GNR no combate ao COVID – 19 “Apelamos ao bom senso da população e sobretudo à calma e ao cumprimento das regras” diz José Alho

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O Delegado da Associação Sócio Profissional Independente da Guarda revelou à Castrense que “tal como todas as Instituições e todos os portugueses, a Guarda Nacional Republicana e os seus militares e civis sentiram-se, nas últimas semanas, na obrigação de ajustar o seu funcionamento e as suas rotinas, a fim de manter uma capacidade de resposta condicente com as necessidades do País, neste período de pandemia como o que vivemos”.

“Mais do que o habitual policiamento de proximidade, os militares da GNR têm procurado potenciar as suas capacidades distintivas, características de uma força de segurança de natureza militar, no que diz respeito à segurança e vigilância do Território Nacional, monitorizando movimentos e controlando fronteiras, através de afetação diária de mais de 500 militares. Assim, tem sido implementado um reforço das cadeias logísticas em prol da auto suficiência do dispositivo operacional, bem como canalizadas todas as valências policiais no apoio à população, nomeadamente no suporte à primeira linha da saúde, na protecção de áreas e no apoio à população idosa, sobretudo a que vive sozinha e isolada” destaca José Alho que alerta ainda a população “para que não adopte comportamentos de risco”.

Empregadores têm de tomar medidas que protejam os trabalhadores – Stal

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O STAL dirigiu no dia 17, uma carta-circular a todos os Presidentes de Câmara do País e aos Presidentes do Concelho de Administração de Empresas Locais ou Concessionárias de Serviços Públicos, apelando a que sejam tomadas medidas extraordinárias para garantir a proteção e defesa da saúde dos trabalhadores que apesar da pandemia de COVID-19, vão continuar a trabalhar de forma a garantir o funcionamento dos serviços públicos e a garantir de condições de salubridade.

Segundo o Delegado do Stal em Beja, Vasco Santa, “são nove as medidas propostas pelo STAL:

· Atendimento ao público pela via presencial reduzido à sua expressão mínima ou mesmo na totalidade;

· Adopção de medidas preventivas de distanciamento no atendimento presencial (se possível com barreira protectora);

· Adopção de medidas de desinfecção extraordinária em locais de atendimento ao público, de transporte de trabalhadores, balneários, vestiários, viaturas e ferramentas de trabalho e de EPIs;

· Redução máxima de trabalhadores em serviço efectivo;

· Aquisição de sacos de plástico para papeleiras de forma a reduzir o contacto dos trabalhadores com os resíduos;

· Suspensão imediata de abertura de sacos de resíduos sólidos, seja para efeito de fiscalização, separação de resíduos para reciclagem ou outros;

· Aquisição atempada de EPI com proteção para riscos biológicos;

· Informação constante sobre medidas e cuidados a adotar pelos trabalhadores;

· Pagamento integral da retribuição a todos os trabalhadores de forma a garantir a necessária tranquilidade social, o foco e a concentração daqueles que se encontram ao serviço.

Vasco Santyana relembra “que apesar de mal remunerados, os trabalhadores da administração local, regional e empresas concessionárias, são fundamentais para manter o funcionamento dos serviços públicos e as condições de salubridade que visam salvaguardar a Saúde Pública”.

“Lundin Mining” suspende contratos com sub-empreiteiros

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O Sindicato da Indústria Mineira reuniu ontem com o Conselho de Administração da Lundin Mining Corporation, um encontro que deixou o sindicalista Luís Cavaco “extremamente preocupado”.

“Sim, a situação é de facto muito complicada. Quero para já sublinhar e elogiar o plano de contingência implementado pela Somincor no âmbito das medidas de prevenção contra o COVID 19 e em nome da defesa da saúde dos trabalhadores. De resto há a destacar a decisão da empresa que vai cessar os contratos com as empresas que estão a trabalhar em Neves Corvo, os sub empreiteiros, que irá provocar mais de mil e duzentos despedimento. A empresa alega que esta é a única forma de manter a mina em actividade e salvaguardar os trabalhadores que lhes são afectos, perto de mil e trezentos. A justificação que nos deram é aceitável, isto é, a produção da Somincor não tem escoamento devido a crise que estamos a viver, a produção acumula-se e este cenário fez com que a empresa agisse deste modo o que temos que aceitar, embora enquanto representante do sindicato estejamos extremamente preocupados, aliás, nem sei sequer que adjectivo arranje para classificar esta situação dado o número de desempregados que vai causar. É uma situação social e económica muito grave para a nossa região” destaca o sindicalista.

“Percebemos que as medidas que foram tomadas pela empresa tinham que ser tomadas para bem do futuro da empresa, não foram medidas avulso, pois como se sabe o negócio dos metais está mau, não há exportação de zinco para a China e a situação esta muito grave, muito grave mesmo e isso deixa-nos extremamente preocupado” revelou Luís Cavaco do Sindicato da Indústria Mineira garantindo que “depois do que está a acontecer nada será igual nas Minas de Neves Corvo”.