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Sexta-feira, Janeiro 30, 2026
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“Não sabemos como irá terminar o Campeonato de Andebol” diz Carlos Guerreiro

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O técnico da equipa bejense de Andebol da Zona Azul, que está a disputar o Campeonato Nacional da 2ª Divisão, mostra-se apreensivo “relativamente ao reatar da competição”.

Segundo Carlos Guerreiro “caberá à Federação definir se os campeonatos acabam ou se se reatam. É uma situação muito complicada para nós, pois apesar de manter contacto com os meus atletas através do telefone, falta-nos a presencialidade e os treinos para que nos mantenhamos focados na competição” diz Carlos Guerreiro.

O técnico da Zona Azul diz “esperar para ver com evolui a situação da COVID 19 e o que decidirá a Federação Portuguesa da Modalidade” realça o jovem técnico de Beja.

Castro Verde: Câmara colabora na produção de viseiras

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O Município de Castro Verde associa-se ao movimento Maker, dinamizado em Castro Verde pela professora Paula de Vasconcelos, ao disponibilizar a impressora 3D instalada no espaço “In Castro” e materiais para produzir localmente viseiras para os profissionais de saúde, emergência e ação social.

“Tirando partido de modelos desenvolvidos por diversos voluntários, é possível imprimir e fabricar estes equipamentos de proteção individual. Em paralelo, a este esforço, o Município está ainda a acompanhar e a apoiar o Buinho FabLab, associação sediada em Messejana, na produção destes materiais que serão doados às instituições da região” realçou o vereador David Marques que, em declarações à Castrense, acrescenta que “as primeiras viseiras vão ser entregues nas próximos horas aos Bombeiros Voluntários e à delegação da Cruz Vermelha de Castro Verde” remata David Marques.

COVID-19: Alentejo conta com 54 casos registados

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O Alentejo tem vindo a registar casos de infecção pelo novo Coronavírus de forma gradual.

Segndo o boletim epidemiológico da Direção Geral da Saúde atualizado esta quarta-feira, 01 de abril, a região do Alentejo regista 54 casos de infeção pelo novo Coronavírus, ou seja, mais quatro casos em relação ao dia de ontem.

Na região do Baixo Alentejo, concretamente no distrito de Beja, existem 11 casos positivos registados até agora, 68 pessoas encontram-se em vigilância ativa e existem ainda 81 pessoas que aguardam resultados dos testes à COVID-19.

Em Portugal há agora 8251 pessoas infetadas pelo novo Coronavírus. Há ainda 43 pessoas dadas como recuperadas.

Lamentavelmente, a COVID-19 já causou a morte a 187 pessoas em Portugal.

De acordo com a DGS, há neste momento 59457 casos suspeitos e ainda 4 957 pessoas a aguardar os resultados dos testes.

Bombeiros do Distrito de Beja “estão numa situação aflitiva”

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Sem meias palavras o presidente da Federação das Associações de Bombeiros do Distrito de Beja diz que a realidade “não pode ser ocultada”.

Domingos Fabela sublinha que “as nossas corporações de bombeiros estão numa situação aflitiva. É esta a realidade pura e dura”.

O mesmo acrescenta que “existe uma gritante escassez de equipamentos de proteção individual e com as normas que saíram da Direção Geral de Saúde vamos ficar numa situação inócua, ou seja, a nossa capacidade operacional é bastante reduzia!.

Domingos Fabela acrescenta que “os equipamentos que recebemos são manifestamente insuficientes” e, por outro lado, não temos capacidade financeira para ir ao mercado comprar material”.

Para o Presidente das Associações de Bombeiros do Distrito de Beja “a situação é muito complicada, é frustrante não conseguirmos dar respostas a eventuais situações que venham a ocorrer no âmbito da COVID 19, porque não temos condições para o fazer” lamenta este responsável.

“Quem vier para Ourique deve fazer quarentena” avisa Marcelo Guerreiro

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O presidente da Câmara de Ourique defende que “quem vier por estes dias para o concelho de Ourique, deve fazer quarentena.

“Se apelamos aos ouriqueneses para que fiquem em casa e cumpram as diretrizes da Direcção Geral de Saúde, temos que ser claros também no sentido de apelar à sensibilidade de quem vem para Ourique que faça quarentena, pois só assim, todos juntos ,conseguiremos combater com eficácia a COVID 19”.

O Presidente do Município de Ourique destaca que “nunca é demais relembrar que esta é uma batalha de todos, ninguém pode oscilar e os comportamentos preventivos são para cumprir escrupulosamente” salienta, Marcelo Guerreiro.

Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo atesta que a agricultura não pode parar

“A agricultura não para. Não pode parar.”  As palavras são de Rui Garrido Presidente da Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo.

O Presidente da FAABA acentuou que “a agricultura não pode parar porque os animais precisam de comer, as culturas continuam os seus ciclos biológicos e por isso têm de continuar a ser tratados, as frutas e os legumes têm de ser apanhados. Alguns receios que temos é que não falhem, para alguns alimentos, o transporte e os canais de escoamento. Tirando isso, devemos continuar a trabalhar com normalidade, com precauções acrescidas, por exemplo, em colheita de culturas que exigem mais gente e maior proximidade entre as pessoas”.

Uma das preocupações manifestadas ainda por Rui Garrido relaciona-se com as consequências da falta prolongada de chuva, razão pela qual sublinhou que, “à margem de uma reunião do Conselho para o Acompanhamento do Regadio de Alqueva – CAR Alqueva, de que a FAABA faz parte, poderia ter trocado impressões com a Ministra da Agricultura sobre esta situação, caso a Ministra tivesse presidido à reunião, o que não aconteceu por “motivos de força maior”, relacionados com a situação que o país vive atualmente.

Retificamos e contextualizamos, a pedido do próprio, a notícia anterior sobre esta matéria. Esta foi apenas uma nota e não uma crítica. E ressalvamos que não estava agendada nenhuma reunião da FAABA com a Ministra da Agricultura. Por outro lado, a chuva dos últimos dias faz antever melhorias no desenvolvimento vegetativo das plantas, importando, contudo, ir monitorizando a evolução da situação.

“O futuro do Campeonato de Portugal “está nas mãos da F. P. Futebol”

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Para o presidente do Mineiro Aljustrelense, a única equipa do Baixo Alentejo no Campeonato de Portugal, Série D, “o futuro da competição, que foi interrompida depois do surgimento da COVID 19, “está nas mãos da Federação Portuguesa de Futebol”. Segundo Rui Saturnino, “neste momento verifico que há vários interesses consoante as ambições dos clubes, os que lutam para descer e os que querem subir”.

A Comissão dos clubes que estão a participar no Campeonato de Portugal apresentaram uma proposta à Federação para que sejam criadas duas séries nesta competição. “Creio que criação de dois patamares seria a ideia mais interessante e até foi recebida com apreço pela Federação. Vamos ver o que decide, sendo que não está posta de parte, tal como aconteceu com os escalões de formação, das competições serem canceladas” afirma Rui Saturnino.

Saturnino julga que “no final desta semana já haverá uma resposta a esta que é a nossa principal interrogação de momento” frisa o presidente da equipa tricolor.