Empreitada de substituição de coberturas de amianto de oficinas da Câmara de Beja foi adjudicada
Foi adjudicada a empreitada de substituição de coberturas em amianto de oficinas do Parque de Materiais da Câmara Municipal de Beja.
Segundo o autarca de Beja, *aulo Arsénio, o Valor Base do Procedimento é de 55 mil euros (adjudicação por € 51.675,50 a que acresce IVA à taxa de 6%).
“Até final do corrente mandato, e de forma faseada e progressiva, tentaremos remover/substituir todas as coberturas em amianto ainda existentes nas diferentes oficinas do Parque de Materiais” sublinha o presidente da Câmara de Beja.
“A empreitada é sem financiamento e sem recurso a crédito”, frisa Paulo Arsénio.
“Não é com museus e restaurantes fechados que desenvolvemos o turismo” afirma Florival Baiôa
O rosto do Movimento Cívico “Beja Merece +” mostra-se muito crítico para com a postura dos municípios em relação à forma como encaram o sector turístico.
Florival Baiôa alerta para o facto de as autarquias terem “que definir uma estratégia conjunta, pois não é com museus e restaurantes fechados ao fim de semana que se promove uma região, que turisticamente, tem tudo” sublinha.
Presunto de Santana da Serra foi classificado como o melhor dos melhores
O “Presunto de Santana da Serra”, produzida pela empresa Montaraz de Garvão, obteve a distinção “Melhor dos Melhores” no 9º Concurso Nacional de Presuntos Tradicionais Portugueses que se realizou em conjunto com a Qualifica/oriGIn Portugal.
Para o presidente da câmara de Ourique, Marcelo Guerreiro, trata-se de uma distinção que comprova “que não há presunto como o nosso”.
Queijo Serpa foi um dos vencedores do “Prémio 5 Estrelas Regiões”
O Queijo Serpa foi um dos vencedores da quinta edição do Prémio 5 Estrelas Regiões, na categoria de gastronomia. O anúncio é feito pela Câmara da “cidade branca”.
O vice-presidente do Município de Serpa, Carlos Alves, representou a autarquia na entrega dos prémios, que teve lugar no dia 2 de junho, em Reguengos de Monsaraz.
Esta distinção “evidencia a excelência do Queijo Serpa, sendo o segundo ano consecutivo em que arrecada este prémio” destaca o município.
Ourique discute hoje a 1.ª Revisão ao Orçamento Municipal 2022
Decorre hoje uma Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Ourique
A sessão terá lugar neste dia 06 de Junho, pelas 19H30, no Auditório do Centro de Convívio de Ourique, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto Único – Discussão e Aprovação da 1ª Revisão ao Orçamento Municipal 2022. – Proposta nº 8/CM/2022
4.ª Travessia da Planície contou com a participação de 144 atletas
De acordo com informação da Câmara Municipal de Castro verde, “144 participantes, federados e não federados, marcaram presença na 4ª Travessia da Planície que aconteceu este sábado, 4 de junho, num percurso entre S. Marcos da Atabueira e Entradas que abrangeu a prática de corrida (11 km) e caminhada (7 Km ou 11 Km)”.
A prova foi uma organização da Câmara Municipal de Castro Verde, com o apoio das Juntas de Freguesia de São Marcos da Atabueira e de Entradas e a colaboração da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Castro Verde, Grupo da Juventude da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Castro Verde, Guarda Nacional Republicana, Associação de Atletismo de Beja, 100 Trilhos Clube de BTT, Os Lunáticos do Pedal, NSCP de Castro Verde/ Campaniços Sobre Rodas e CLDS 4G – Castro Verde + Vivo.
Serviços de Rede Móvel “são de má qualidade” no concelho de Odemira
De acordo com notícia avançada pela Agência Lusa, os serviços de telefone móvel e de dados no concelho de Odemira (Beja) são de má qualidade, havendo mesmo zonas no município onde não é possível fazer chamadas de emergência para o 112, revelou a ANACOM.
As conclusões são da ‘Avaliação do Desempenho de Serviços Móveis e de Cobertura GSM, UMTS, LTE e NT’ neste município, apresentada pela Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), em sessão realizada na Câmara de Odemira.
“Verificamos que no concelho de Odemira há uma grande assimetria e zonas do território que hoje têm boa rede móvel, mas há muitas zonas do concelho que não têm possibilidade de fazer chamadas de voz ou de fazer acessos à Internet”, sintetizou o presidente da ANACOM, João Cadete Matos, à agência Lusa.
Segundo este responsável, “a situação mais grave que este diagnóstico evidenciou foi [existirem] zonas onde não é possível fazer chamadas de emergência para o 112”.
O estudo foi realizado entre 28 de março e 07 de abril deste ano em todo o território do concelho de Odemira, tendo sido percorridos 1.200 quilómetros e realizadas 3.834 chamadas de voz, 856 sessões de dados e 154.626 registos de sinal de rádio.
No que toca ao sinal de cobertura de rede, o documento revela que 48,6% dos valores registados apresentam “qualidade Inexistente, Muito Má e/ou Má”, com a operadora Meo a apresentar “a melhor cobertura” e a NOS “a cobertura mais deficiente”.
O estudo demonstra igualmente que, nas chamadas de voz realizadas, uma em cada cinco foram “não finalizadas”, tendo novamente a Meo o melhor rácio de chamadas finalizadas (85,6%) e a Vodafone o pior (79%).
Relativamente ao serviço de dados móveis, o estudo mostra que este é de “qualidade média/baixa” no município, com “muitos testes não concluídos e baixas velocidades”.
Neste âmbito, a Meo volta a apresentar os melhores resultados, com 70,2% dos testes concluídos, e, por oposição, a NOS o pior, com apenas 55%.
O estudo conclui também que, territorialmente, os melhores desempenhos de voz e dados são nas “zonas residenciais” de Odemira, São Teotónio e Vila Nova de Milfontes.
Já os piores desempenhos surgem a nordeste, sudeste e sul do concelho, em diversas localidades das freguesias de Luzianes-Gare, São Martinho das Amoreiras, Sabóia e Santa Clara-a-Velha.
Perante o diagnóstico, o presidente da ANACOM disse à Lusa que este “vai ter de ser corrigido com investimento”.
No caso da fibra ótica, “para chegar a casa de todas as pessoas, através de financiamento parcialmente público”, esperando-se que “até final do ano” esta “chegue a todas as casas” em Portugal.
Relativamente à rede móvel, continuou João Cadete Matos, “aquilo que vai acontecer é que até final de 2023 as empresas que adquiriram as licenças de espetro no ano passado vão ter que ter uma cobertura de 75% da população de cada freguesia com uma qualidade mínima de 100 megabits/segundo”.
“Estamos a falar de uma velocidade de acesso à internet muito mais elevada do que aquela que vimos que existe hoje, mesmo nas zonas onde a Internet funciona”, concluiu.
Fonte: Lusa



