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Sexta-feira, Abril 3, 2026
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Ovibeja tem mais 10% de inscritos face ao ano passado

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A 39ª Ovibeja, que se vai realizar de 27 de abril a 1 de maio, “tem inscritos, a esta altura do ano, mais cerca de 10 por cento de expositores comparativamente ao ano passado, muitos deles são entidades que pretendem participar pela primeira vez”, anuncia a ACOS – Agricultores do Sul.

“Ao encontro de todos os públicos-alvo, a Ovibeja é uma feira agrícola, dos sabores e aromas da terra, mas também um evento urbano, eclético, com atrativos para todos os gostos, que dá pontos na inovação, no ambiente de festa e de partilha. É uma montra e uma mesa de produtos agroalimentares de qualidade superior, de restaurantes de carnes certificadas de raças autóctones nacionais. A oferta do evento inclui concursos, exposições de gado, demonstrações equestres, provas desportivas, exposições empresariais e institucionais, comércio. Integra ainda o 12º Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja, para o qual estão ainda a decorrer as inscrições até dia 24 de março”, explica a organização.

A ACOS lembra que, «a feira inclui uma vasta programação cultural com espetáculos e concertos, onde se destacam as famosas “ovinoites” que atraem milhares de jovens. Luís Trigacheiro, Quatro e Meia, Xutos e Pontapés, Bárbara Tinoco são apenas alguns dos pretextos para juntar os amigos e rumar a Beja. A 27 atua o bejense Luís Trigacheiro e o DJ Groove. A 28 o palco vai ser preenchido pelos Quatro e Meia e pelo DJ Nuno Luz (Rádio Comercial). A 29 de Abril os holofotes vão para os Xutos e Pontapés, seguido de DJ Ana Isabel Arroja (Rádio Comercial). A última noite da Ovibeja é entregue a Bárbara Tinoco e ao DJ Sek Mintendes (Rádio Comercial».

“Comunicar, Um Grande Desafio para a Agricultura” é o tema central da 39ª Ovibeja que convida a refletir sobre o que está em causa quando se fala de agricultura, agricultores, sustentabilidade, soberania alimentar, biodiversidade, Política Agrícola Comum, alterações climáticas, cultura urbana e cultura rural, informação e contrainformação.  

A organização da Ovibeja é da responsabilidade da ACOS – Associação de Agricultores do Sul.  

Plataforma Cidadã “SIM! O Aeroporto de Beja é parte da solução” reúne hoje com o Ministro das Infraestruturas

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A Comissão Dinamizadora da Plataforma Cidadã “SIM! O Aeroporto de Beja
é parte da solução” reúne esta segunda-feira com o Ministro das
Infraestruturas, em Lisboa.

O porta-voz desta Plataforma, Manuel Valadas, espera que “depois do trabalho de partir pedra, João Galamba receba a Petição que lhe vai ser facultada, e lhe dê a importância que a mesma merece”.

Castro Verde: Basílica Real reabre ao público no dia 18 Março

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A Basílica Real de Castro Verde reabre oficialmente ao público no próximo sábado, dia 18 de Março, pelas 15h30, após um período de encerramento devido ao “complexo processo de reabilitação e manutenção”.

A cerimónia de reabertura será presidida pela Secretária de Estado da Cultura, Isabel Cordeiro, e contará com a presença do Bispo de Beja, D. João Marcos.

A reabilitação da Basílica Real de Castro Verde “representa um investimento que ascende a mais de €446.00″0, e é vista pelo presidente da câmara, António José Brito, como “um momento histórico para este monumento Nacional”.

Porco de Raça Alentejana: “O Rei do Montado”

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A importância do Porco de raça Alentejana é um trabalho de investigação do professor do Departamento de Zootecnia, e investigador do Instituto Mediterrâneo para a Agricultura Ambiente e Desenvolvimento da Universidade de Évora, Rui Charneca.

“Embora por vezes designado como Porco Preto, a verdadeira designação é esta de «Porco de raça Alentejana», já que porcos pretos podem ser vários, que não têm as características únicas deste porco alentejano”, chama a atenção o investigador da academia alentejana, em declarações a Rádio Castrense.

“Máfias lucram de forma brutal com os imigrantes” denuncia o presidente da Junta de Milfontes

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O presidente da Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes considera que as máfias estão a tirar lucros “fabulosos com os imigrantes, num negócio à vista de todos e com tendência para crescer”

Francisco Lampreia, alerta parta este fenómeno, e lamenta que, de imediato “não ajam formas de contrariar este negocio apetecível”.

Bispo de Beja pede desculpa e diz que na Igreja “não há lugar para abusadores”

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De acordo com a Lusa, o bispo de Beja disse compreender “a deceção” que provocou com as declarações “dentro e fora da Igreja” e “a todos” pede agora perdão.

O bispo de Beja, D. João Marcos, pediu desculpa após ter sugerido que os padres suspeitos de abusos sexuais, se estiverem arrependidos, deveriam ser perdoados e defendeu agora que “não há lugar para os abusadores no sacerdócio”, adianta a agência noticiosa.

Num comunicado publicado na página da rede social Facebook do jornal diocesano “Notícias de Beja”, o prelado admite ter falhado nas declarações que deu à SIC, na semana passada, sobre o tema dos abusos sexuais na Igreja.

“Por meu desacerto no modo e na oportunidade do que disse, dei a entender que subestimo a enorme gravidade dos abusos sexuais de menores e que o perdão de Deus permite ao abusador retomar a sua vida normal como se nada tivesse acontecido”, declara.

Sublinhando que “de nenhum modo” é esse o seu pensamento sobre o tema, o bispo de Beja disse compreender “a deceção” que provocou com as declarações “dentro e fora da Igreja” e “a todos” pede agora perdão.

No comunicado, o bispo clarifica o seu pensamento, considerando que “os abusos de menores são da máxima gravidade” e que “os seus efeitos são devastadores”.

“Se praticados por homens dedicados a Deus, são ainda mais graves e são blasfémias”, sublinha.

O prelado alentejano defendeu que “não há lugar para os abusadores no sacerdócio”, realçando que “as suspeitas verosímeis obrigam a tomar medidas que evitem todo o perigo sobre menores, incluindo o afastamento das tarefas pastorais”.

“A investigação deve ser rápida e seguir as regras claras definidas pelo Papa Francisco. A colaboração com as autoridades deve ser plena e deve ser cumprida plenamente a lei civil e penal”, assinalou.

Quanto às vítimas dos alegados abusos, concluiu, “têm de ser uma prioridade” e as “suas necessidades de apoio e reparação devem nortear” o acompanhamento da Igreja.

Fonte: Lusa