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Sábado, Abril 4, 2026
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Beja: Dois homens morreram após queda de parede na Herdade dos Gous

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De acordo com a RTP, que cita notícia da Agência Lusa, dois homens morreram hoje após a queda de uma parede que estava em construção, na Herdade dos Grous, no concelho de Beja, confirmou à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo indicou à agência Lusa que o alerta para o acidente foi dado às 12:03 e que o óbito das vítimas, naturais do Bangladesh, foi confirmado no local.

“Tratou-se de uma parede de construção civil [em obra] que caiu em cima dessas duas pessoas”, avançou a mesma fonte. 

Contactado pela Lusa, o diretor da Unidade Local do Litoral e Baixo Alentejo da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), Carlos Graça, limitou-se a confirmar a existência de duas vítimas mortais após a queda da parede na Herdade dos Grous, na União de Freguesias de Albernoa e Trindade (Beja).

“Já está uma equipa da ACT no local e agora vamos desencadear as averiguações necessárias”, indicou o responsável.

As operações de socorro mobilizaram os Bombeiros de Beja, a GNR, uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER) e a ACT, num total de 10 operacionais, apoiados por quatro viaturas.

Fonte: RTP / Lusa

Câmara de Beja vai decretar dia de luto municipal pela morte de Rui Nabeiro

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De acordo com o Portal Sapo, que cita a Agência Lusa, a Câmara Municipal de Beja vai decretar um dia de luto municipal para terça-feira, revelou Paulo Arsénio.

“Não decretámos ainda o luto municipal, mas iremos fazê-lo amanhã, segunda-feira”, disse o autarca, explicando que o dia de luto municipal em Beja será “o dia do funeral, a terça-feira”.

Paulo Arsénio justificou a decisão com a importância do empresário Rui Nabeiro e do Grupo Nabeiro – Delta Cafés para o país e, em especial, para a região do Alentejo, nomeadamente para Beja.

O autarca apontou que “a Delta tem, desde há algumas décadas a esta parte, [em Beja] um importante entreposto de distribuição comercial para a zona do Baixo Alentejo e, portanto, é uma empregadora expressiva” na zona.

Além disso, acrescentou, a empresa é também a entidade patrocinadora de vários eventos na região e dos quais Beja beneficia, como são os casos da feira agropecuária Ovibeja, “em que a Delta é um dos principais patrocinadores”, ou da Volta ao Alentejo em Bicicleta.

“Por tudo isto, por ter aqui um entreposto comercial importante, por patrocinar várias atividades da região, das quais Beja beneficia e é parte ativa, iremos decretar um dia de luto municipal”, frisou.

Acerca da morte do empresário, ontem aos 91 anos, o presidente da autarquia de Beja considerou tratar-se de “uma perda quase irreparável”.

“Foi um exemplo ao longo de toda a sua vida pela forma como transformou uma pequena terra do interior do Alentejo”, Campo Maior, no distrito de Portalegre, numa localidade “absolutamente exemplar”, destacou.

“E criou uma empresa que empregou uma parte muito expressiva da população local e que também fica marcada por uma atenção social absolutamente incomum naquilo que respeita à vida empresarial de uma forma geral”, continuou.

Rui Nabeiro foi, assim, “uma pessoa de afetos, que privilegiou sempre a relação próxima com os seus colaboradores e, contra aquilo que é o ‘establishment’ das empresas, conseguiu fazer isto tudo, conseguiu transformar esta pequena unidade de café do início da década de 60 numa das maiores empresas portuguesas”, disse.

E, acrescentou, “fê-lo a partir do interior do país, isso é que é absolutamente notável”, realçou ainda Paulo Arsénio, insistindo que a morte do empresário representa uma perda que “empobrece muito” Beja.

O empresário Rui Nabeiro morreu ontem no Hospital da Luz, em Lisboa, onde estava internado devido a problemas respiratórios.

As cerimónias fúnebres vão decorrer na Igreja Matriz de Campo Maior, a partir das 12:00 de segunda-feira, seguindo-se, na terça-feira, a partir da mesma hora e na mesma igreja, a missa de corpo presente, informou a família. O cortejo fúnebre seguirá, depois, em direção ao Cemitério Municipal da vila.

Manuel Rui Azinhais Nabeiro nasceu em Campo Maior, vila do interior do país, no distrito de Portalegre, junto à raia com Espanha, em 28 de março de 1931.

Fonte: Sapo / Lusa

Secretária de Estado da Cultura realçou “importância histórica e religiosa” da Basílica Real de Castro Verde

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A cerimónia de reabertura ao público da Basílica Real de Castro Verde realizou-se no passado sábado e foi presidida pela Secretária de Estado da Cultura.

Isabel Cordeiro não poupou nos elogios quando falou deste monumento nacional, e da sua “importância histórica e religiosa”.

Quem não escondeu a satisfação foi o presidente da câmara de Castro Verde.

Para António José Brito, estão de parabéns, “todos os que acreditaram e apoiaram as obras de requalificação da Basílica Real”.

A reabilitação da Basílica Real de Castro Verde representou um investimento na ordem dos €446.000 e contou com o envolvimento do Município de Castro Verde, da Fábrica Paroquial de Castro Verde, da Direção Regional de Cultura e o mecenato da empresa mineira SOMINCOR e da União de Freguesias e Castro Verde e Casével.

Plataforma Cidadão “não entende” o motivo das autarquias não subscreverem petição

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O porta-voz da Comissão Dinamizadora da Plataforma Cidadã “SIM! O Aeroporto de Beja é parte da solução!” diz “não perceber” porque é que as câmaras municipais do Baixo Alentejo não subscrevem a petição, que tem como finalidade dar rosto e voz a um desejo, “no mínimo justo”.

Manuel Valadas gostaria de ver “maior agregação de vontades em torno deste projeto”. Este responsável acrescenta que “é do conhecimento de todos o que o Aeroporto de Beja significa para Beja, e pode significar para o País”.

Almodôvar promove ação de replantação de sobreiros nos dias 21 e 27 de março

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A Câmara Municipal de Almodôvar, em conjunto com o Agrupamento de Escolas de Almodôvar e o Infantário Carrilho Garcia, da Santa Casa da Misericórdia, promove nos dias 21 e 27 de março, uma Ação de Replantação de Sobreiros.

“A iniciativa insere-se nas comemorações do Dia Mundial da Árvore e das Florestas e realiza-se no Parque de Merendas de Almodôvar, a partir das 09h30”, explica a autarquia.

O município adianta que, “mais de três centenas de crianças dos estabelecimentos de ensino do concelho, irão plantar 350 sobreiros, que serão apadrinhados por cada criança que os irá plantar, bem como os/as professores/as que as acompanham”.

No final, “cada aluno recebe um certificado individual, que atesta a colaboração no rejuvenescimento da floresta e da preservação da natureza”, menciona a autarquia almodovarense.

Esta ação insere-se na Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas “e tem como objetivo promover a divulgação dos benefícios relativos à plantação de espécies florestais autóctones e controlo de espécies invasoras”, frisa a Câmara Municipal.

“De referir que, no concelho de Almodôvar, predominam espécies de flora que funcionam como importantes agentes de adaptação do território aos novos padrões climáticos, tais como o sobreiro, o pinheiro-manso, o medronheiro e a esteva”, lembra a edilidade em comunicado.

A Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas, destaca a autarquia, “ambiciona ainda sensibilizar a população para a plantação de espécies autóctones que se encontram naturalmente adaptadas aos padrões climáticos locais, sendo mais sustentáveis”.

“O Alentejo pode produzir cereais” afirma o deputado João Dias

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O deputado do PCP eleito por Beja, João Dias, diz não entender “o motivo de não se produzirem cereais na região, quando se sabe a crise de cereais que há em toda a Europa”.

João Dias acusa o governo de “não apostar na produção nacional, muito por culpa do virar de costas do Ministério da Agricultura aos agricultores”.

“As grandes superfícies são muito mais atrativas que o comercio local” diz a Associação Comercial de Beja

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O presidente da Associação Comercial do Distrito de Beja lamenta “o que está a suceder ao comércio local”, que “não tem capacidade para concorrer com as grandes superfícies comercias”.

João Rosa, lembra que “as grandes superfícies comerciais oferecem tudo e mais alguma coisa, têm acessos muito mais fáceis, e isso tudo concorre para que o comércio local não tenha as mesmas hipóteses, e logo, perca cada vez mais clientes”.