Colisão no IC1 em Alvalade do Sado faz um morto e um ferido
Um acidente rodoviário ocorrido na manhã desta sexta-feira no IC1, na zona de Mimosa, freguesia de Alvalade, concelho de Santiago do Cacém, resultou na morte de um jovem e deixou outra pessoa com ferimentos ligeiros.
A vítima mortal, um cidadão alemão de 22 anos, seguia ao volante de um veículo ligeiro de passageiros que colidiu com um camião de mercadorias. O óbito foi confirmado ainda no local pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital do Litoral Alentejano.
Do embate resultou ainda um ferido ligeiro, o condutor do pesado, um homem de 49 anos, de nacionalidade portuguesa. Após assistência no local, foi transportado para o serviço de urgência do Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.
O alerta, que foi dado às 07h22 desta sexta-feira, mobilizou um total de 21 operacionais e dez viaturas, envolvendo meios dos Bombeiros de Alvalade, da VMER e da Guarda Nacional Republicana.
A vítima mortal foi transportada para a morgue do Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém. O ferido foi levado para a mesma unidade hospitalar.
A circulação no IC1 esteve condicionada durante as operações de socorro, tendo a GNR assegurado a gestão do trânsito e iniciado diligências para apurar as circunstâncias do acidente.

Fotos: Luís Pedro do Rosário – Serviço Especial para a Rádio Castrense
Gonçalo Valente acusa autarquias de “passar culpas” ao Governo no atraso de obras e exige “verdade”
Gonçalo Valente, deputado da Aliança Democrática (AD) eleito por Beja reagiu à tomada de posição pública conjunta dos municípios de Moura, Castro Verde, Ourique e Serpa, garantindo que a responsabilidade pelos atrasos das obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) é inteiramente das câmaras locais e não do Governo.
O deputado Gonçalo Valente, acusou publicamente os municípios de Moura, Castro Verde, Ourique e Serpa de faltarem à verdade e de demonstrarem uma “falta de honestidade política”. Em causa estão os recentes pedidos de explicações dirigidas pelas autarquias à Ministra da Saúde sobre, o calendário para uma solução alternativa de financiamento destinada às obras nos centros de saúde locais com o término do PRR.
De acordo com o parlamentar, em declarações à Rádio Castrense, “as Câmaras Municipais assumiram o compromisso logo no início de 2024 em realizar estas obras. O Governo assumiu a sua parte, que foi financiar as obras, e as autarquias assumiram a sua parte, que foi executá-las. As coisas não correram bem, e aquilo que seria mais natural e normal era as câmaras fazerem a sua mea-culpa, alegando os motivos que vieram dar naquilo que deu, e serem humildes e pedir ajuda.”
Gonçalo Valente lamentou a atitude dos presidentes de câmara envolvidos, defendendo que o Executivo é “completamente alheio” ao insucesso ou atraso do processo de execução das obras.
Apesar de considerar “injusta” a posição assumida pelos autarcas, Gonçalo Valente assegurou que o Executivo não deixará de responder às necessidades das populações. Por uma questão de “responsabilidade cívica e institucional”, o Governo está a trabalhar na procura de “outros instrumentos financeiros” para garantir a concretização das empreitadas em causa.
Gonçalo Valente concluiu esclarecendo que a sua intervenção não se trata de “nenhum ataque pessoal”, mas sim de uma reação para “repor a verdade dos factos” e garantir a transparência do processo perante os cidadãos do distrito.













